A experiência mágica de um intercâmbio na República Tcheca

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Hoje vamos conhecer a experiência do Igor Zanatta, estudante de psicologia de 19 anos que fez trabalho voluntário na República Tcheca. A história de intercâmbio do Igor é uma das mais inspiradoras que conheci até hoje!

Ele, com apenas 18 anos, desenvolveu um projeto de cultura, falando sobre o Brasil por diversas cidades da República Tcheca. A parte mais interessante é que cada semana ele ia para um lugar e ficava na casa de um família diferente.

Vem conhecer essa história de intercâmbio que, nas palavras do próprio Igor, foi nada mesmo que MÁGICA!

Porque você decidiu fazer um intercâmbio voluntário? Porque a República Tcheca?
Decidi fazer um intercâmbio voluntário devido a minha vontade de realizar uma experiência internacional que agregasse ao meu currículo. Dessa forma, vendo as opções que tinha no site da AIESEC, me encantei pela República Tcheca devido à beleza do leste europeu e à proposta do projeto do qual participei.

Como era seu projeto? 
Meu projeto é chamado EDSON – breaking cultural barriers, e consiste em dar aulas de inglês na região da Bohemia  do sul, mostrando minha cultura para os alunos e desconstruindo preconceitos.

Porque escolheu ele para fazer durante seu intercâmbio?
Escolhi o projeto EDSON devido à minha fluencia em inglês e ao meu gosto em ser professor (que eu estava descobrindo), junto da ideia que parecia muito legal de representar a cultura brasileira em outro país.

Como foi desenvolver ele? 
Desenvolver o projeto foi uma experiência INESQUECÍVEL. Fui para o intercâmbio com 18 anos, e as habilidades que foram requeridas, como viajar com as diversas malas, manejar o tempo, ser líder de um grupo, socializar com minhas host families, lidar com a burocracia da escola, viajar para outros países de final de semana… Todas elas foram aperfeiçoadas e me fizeram crescer de um jeito que vou ser grato pro resto da vida! Paralelo a isso, claro, houveram momentos mágicos que vivi e as coisas que vi que fizeram sentir que a vida realmente valia a pena, portanto, também me mudaram.

Sobre a cultura, qual foi o maior choque? 
O meu maior choque em relação a cultura é que eles são realmente mais fechados que os brasileiros: não costumam abraçar!!! Hahaha  e como a pessoa calorosa que sou, realmente estranhei isso.

Como foi morar na casa de uma família de lá?
Morei em algumas casas durante a experiência, já que cada semana eu ia para uma cidade diferente, e isso foi incrível! Todas me trataram muito bem, me levaram a passeios, e me davam comidas típicas! Pude sentir a cultura no dia a dia principalmente por isso.

Quais as partes mais difíceis?
As partes mais difíceis foram a locomoção entre as cidades, já que exigia um grau de planejamento alto.

E qual a melhor parte da sua experiência?
A melhor parte da minha experiência foi ter conhecido as pessoas e os ambientes de lá, sentindo que fiz uma diferença! Sempre que via os alunos interessados e alegres por estarmos lá eu me tranquilizava, como um dever cumprido. Algo que nunca vou esquecer foi o sentimento de ter subido uma colina enorme de neve para esquiar com meu primeiro host brother e ver todo o pôr do sol laranja claro refletindo no relevo ao redor enquanto ambos ríamos. Incrível!

Como foi lidar com os problemas sozinho em outro país?
Foi um grande desafio. Porém, foi o que mais me fez crescer! É diferente quando se está em outro país e precisa lidar com as coisas: se você não fizer, ninguém faz. Com isso, aprendi a me virar DEMAIS, tanto é que atualmente não tenho medo de nenhuma experiência, pois consegui resolver muito bem os problemas lá.

Se você pudesse definir sua experiência em uma palavra qual seria ela? 
Mágica.

Qual foi seu maior desenvolvimento durante o intercâmbio?
Meu maior desenvolvimento foi em relação às minhas competências, pois senti que estava bem mais preparado pra vida depois do intercâmbio.

O que você tirou do seu intercâmbio que vai levar para a vida?Memórias, amigos, sentimentos, aprendizados e muito apreço pela vida (e tudo isso não tem preço).

Qual sua dica para alguém que vai fazer um Global Volunteer na República Tcheca?
Minha dica é: viva tuuuuuudo o que puder. Saia com quem te convidar, seja proativo pra descobrir o país, a cultura, as paisagens. Cada coisa que viver lá será inesquecível, então, quanto mais viver, mais vai evoluir! E faço das palavras da minha primeira host mother as minhas: “Don’t be afraid of life, it’s not gonna hurt you.”

O que achou do intercâmbio do Igor? Pronto para viver uma experiência como essa? Ache seu projeto ideal no site da AIESEC no Brasil.
Conheça também a história da Lígia, que viveu sua experiência em uma aldeia na Costa Rica.

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