O intercambista que encontrou uma família no México

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Bruno e outros intercambistas na AIESEC em Puebla.

Em julho deste ano Bruno, conhecido como Bruninho entre os amigos, embarcou rumo a Puebla, no México. Lá, mais do que realizar um intercâmbio, ele encontrou uma família mexicana para chamar de sua.

Vem conhecer um pouquinho dessa experiência. 

Porque você decidiu fazer um intercâmbio voluntário? Porque o México?

Me sinto muito privilegiado financeira e socialmente. Isso me instiga a ajudar o próximo de alguma forma. Escolhi o México porque é um país com uma cultura bem diferente do Brasil e que possui um preço mais acessível pro intercâmbio.

Como foi o processo até a viagem? 

Tive o suporte da AIESEC sobre documentação, passagens e etc. Isso fez com que eu ficasse bem mais tranquilo sobre o que deveria levar e o que não para minha viagem.

Como era seu sentimento durante a preparação para a viagem?

Em alguns momentos parecia que eu nem ia viajar, que era meio que um sonho. Mas em outros ficava um pouco mais ansioso de estar indo viver uma experiência tão desafiadora quanto um intercâmbio voluntário.

Qual foi sua primeira impressão quando chegou lá?

Fiquei muito feliz com a receptividade de todos. Logo no primeiro dia meu Host me levou pra conhecer a cidade e almoçar fora. Me senti muito acolhido por ele.

Qual era seu projeto? Porque escolheu ele?

Meu projeto foi o Trazos: technology summer camp. Escolhi esse pois era um projeto relacionado à ODS 4 – educação de qualidade, e ainda tinha uma ligação com meu curso (engenharia elétrica). Fui dar aula de eletrônica e programação para crianças e adolescentes.

Como foi trabalhar com isso? 

Foi muito bom pra mim pois tinha que aprender espanhol de qualquer maneira para poder ensinar as coisas necessárias para as crianças. Além disso, tinha que me esforçar muito para manter a atenção delas e também ter paciência nas situações dentro de sala de aula.

Sobre a cultura, qual foi o maior choque? 

O transporte público. Lá não é padronizado o número e nome dos ônibus. Logo, toda vez que ia pra um lugar diferente era um desafio. No começo me perdi duas vezes, mas depois peguei o jeito de perguntar para os motoristas sobre as rotas.

“me senti realmente parte da família”

Bruno e sua host family em viagem pelo país.

Como foi morar na casa de uma família mexicana? 

Demais. Me ensinaram muito e me acolheram como um filho e irmão. Eles foram o ponto alto da minha viagem. Me levaram pra sair pra comer, pra viajar, fizemos comidas juntos, etc… me senti realmente parte da família.

Quais as partes mais difíceis?

A barreira da língua, uma vez que quase não sabia espanhol quando cheguei e também a saudade da minha namorada, família e amigos. Sou muito apegado às pessoas ao me redor e, no começo quando ainda não tinha muitos amigos, foi bem difícil.

Quando você se sentiu uma pessoa mais cidadã do mundo? 

Quando fui viajar com outra brasileira e com uma polonesa pra Cidade do México em um final de semana.

Como foi lidar com os problemas sozinho em outro país?

Difícil, muitas vezes pela dificuldade da língua. Às vezes ficava um pouco nervoso com a situação e parecia que eu tinha esquecido o espanhol que tinha aprendido.

Se você pudesse definir sua experiência em uma palavra qual seria ela?

Intensa.

Qual sua dica para alguém que vai fazer um Global Volunteer no México?

Viaje muito, coma muita comida típica e faça amigos. Eles são super receptivos e vão adorar te ajudar e te conhecer melhor.

Gostou de saber como foi essa experiência incrível? Conta para gente como seria seu intercâmbio dos sonhos! Ah… e acompanhe essa e muitas outras histórias, como a da Malu, aqui no Blog da AIESEC. 

Para viver uma experiência como a do Bruno é só clicar aqui.

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