Você sabe a diferença entre expatriação e repatriação? Nós explicamos!

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Graças à evolução dos meios de comunicação e transporte, é cada vez mais comum ter empresas internacionalizadas, contratando pessoas de todas as partes do mundo. Isso traz vários benefícios para os negócios, mas também gera outras questões importantes. Por exemplo, você já ouviu falar de expatriação e repatriação?

Esses termos não são muito comuns, mas têm grande relevância com a maior internacionalização de recursos humanos e contratações. Algo que deve ser bem comum daqui a alguns anos. Entender esses termos e como eles afetam seu negócio é o primeiro passo para que você possa se adaptar.

Assim, preparamos este post sobre a diferença entre expatriação e repatriação e como lidar com elas e sua importância. Acompanhe!

O que é a expatriação?

De forma bem simples, uma pessoa expatriada é aquela que vive em um país estrangeiro ao seu país de nascimento. Especificamente no mundo das empresas, esse termo é usado para se referir a pessoas que foram enviados a outros países para trabalhar no seu negócio.

O processo de expatriação envolve uma série de ações, tanto para a melhor integração do indivíduo na cultura do país como para sua migração ser legalizada. É necessário providenciar um visto, que pode ser permanente ou temporário. Para todos os efeitos, a lei considera o profissional expatriado como um trabalhador nacional. Ou seja, ele responde às leis trabalhistas do país em questão.

A principal diferença aqui é que, no caso de uma transferência temporária, o empregado continua sempre vinculado à empresa que o contratou e ao país onde foi registrado seu contrato de trabalho.

O que é a repatriação?

Digamos que o contrato de trabalho seja encerrado e o profissional não tenha mais o visto para permanecer no país. Nesse caso, ocorre o processo de repatriação, quando uma pessoa é enviada de volta ao seu país de origem depois de ter encerrado suas atividades. Porém, cuidado para não confundir com a deportação, que se refere a imigrantes ilegais.

Naturalmente, é estabelecido um prazo para que o indivíduo volte ao seu país de origem, o que costuma acontecer quando não há um visto permanente ou quando o profissional escolhe não abrir cidadania. Fora isso, o efeito é basicamente “ele volta para casa”.

Qual é a importância da gestão internacional de RH nesse contexto?

Entender o que é expatriação e repatriação é um bom começo, mas está longe de ser o fim. Atualmente, é cada vez mais importante fazer uma gestão internacional de RH. Ela envolve aplicações de ferramentas e processos certos para que esse setor possa administrar e manejar colaboradores em diferentes partes do mundo. Uma capacidade fundamental para negócios que pretendem abrir filiais em outros países ou mesmo trabalhar em projetos presenciais ao redor do mundo.

Com todas essas informações, você já deve entender o propósito da expatriação e repatriação e a importância de uma gestão internacional de RH durante esses processos. Se você pretende chegar a esse ponto com sua empresa, então, deve se preparar o quanto antes.

Se quiser mais orientação, baixe nosso guia de gestão internacional de recursos humanos agora mesmo.

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